Esta mala imensa é estilosa. Ela guarda as malhas de tricô de minha filha. Quando meu marido a trouxe, colei um lindo papel de seda floral, amassadinho, dentro dela que lhe deu um ar mais típico para o antigo. Os suportes são de madeira com ferragens bonitas para segurá-los. Ela fica no corredor que leva aos dormitórios.
Este foi o baú que me inspirou a fazer esse post. Ele foi observado por Felipa - Uma Certa Luz, no post sobre as caixas, Reutilizando Embalagens. Ela é minha muito querida amiga de além mar e lhe dedico hoje, os meus baús. Este foi o último a ser adquirido pelo meu marido. Ele está desmanchando de tão velho. Ontem, o gato maior e mais gordo foi dar o impulso para ganhar a janela , a pata afundou fazendo um buraco no tampo que escondi com livro. Esse baú fica embaixo da janela desta saleta. De Itaipava ele trouxe toda a vida profissional do meu marido. Hoje ele está vazio porque como eu já disse, ele está se desmanchando de tão velhinho. E na hora da foto Plinc Plum, pulou rapidinho sobre ele.
Este era da peseira de minha cama, mas agora ele fica de frente com a porta lateral de entrada para a sala. Nele estão a colcha de crochê que minha mãe levou de enxoval e a minha, feitas pela minha bisavó. A chaleira preta, foi do padre que casou minha mãe e que me batizou. No centro, meu São Francisco estilizado de madeira lá de Minas Gerais, mas como ele é muito comprido precisou de mais uma foto. É claro que ele tinha que aparecer, uai!
De frente com esse grande, existe outro pequenino que possui no tampo uns desenhos feitos na madeira. Ele é de minha filha, pequenino e está cheio de malhas de frio.
E para finalizar, esse foi comprado em Brasília, quando eu lá morei, em 1972. Fica embaixo da janela do meu quarto e guarda toda a roupa de cama.
Bem, espero que vocês tenham gostado e que Felipa, também. Aproveito para agradecer aos comentários do post anterior, o do " Roupa Nova" e desse também que mostra o velho, o antigo.