Isso tudo foi porque você viria.
Sua vinda faz-me vibrar. Meu ser inteiro se acelera; todos os botões de comando parecem apitar. Tudo isso acontece quando você vem. Me acelero querendo tudo certo, especialmente perfeito, querendo a tua plena saciedade da casa materna. Corro então para arrumar, limpar , lavar, freneticamente. E cozinhar, então... muito mais. A ansiedade me pega. Na mente um cardápio extenso. De repente, quando se vai, percebo que seria impossível cozinhar tudo aquilo. E Vanessa vem e Vanessa vai. Só a saudade é que sempre fica, nunca se vai, nunca se esvai. Amo você, filha e o meu querer é que tudo de bom, tudo de bem aconteçam na sua vida Todas as bênçãos do Céu e mais esta: "... Que jamais em tempo algum, o teu coração acalente ódio. Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior. Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro ..." ( fragmentos oração celta). Tudo isso foi porque você veio ...
Mostrando postagens com marcador Dedicatória. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dedicatória. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, setembro 06, 2010
sábado, agosto 14, 2010
PARA VOCÊ, GIL
MENSAGEM Resposta para você GIL
Do nosso livro, não é meu é nosso, Ágape ( Página 20 )
O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? O medo
O erro maior? Abandonar-se
A raiz de todos os males? O egoísmo
A distração mais bela? O trabalho
A pior derrota? O desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais faz Feliz? Ser útil aos demais
O mistério maior? A morte
O pior defeito? O mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
O sentimento pior? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A estrada mais rápida? O caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
O resguardo mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas? O amor
Pe. Marcelo Rossi
Do nosso livro, não é meu é nosso, Ágape ( Página 20 )
O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? O medo
O erro maior? Abandonar-se
A raiz de todos os males? O egoísmo
A distração mais bela? O trabalho
A pior derrota? O desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais faz Feliz? Ser útil aos demais
O mistério maior? A morte
O pior defeito? O mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
O sentimento pior? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A estrada mais rápida? O caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
O resguardo mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas? O amor
Pe. Marcelo Rossi
PARA VOCÊ, TAIA
QUERIDA TAIA
Estive vendo o seu blog e aquela massa estava tão linda e apetitosa que resolvi dedicar o meu almoço para você. Pena que você está tão longe e não pode vir até a minha casa. O nome do arroz está na lousa e eu o batizei com aquilo que você me deu: alegria. Eu amo fazer arroz incrementado. Este começou com uns pedaços de mandioca que estavam ocupando espaço na geladeira porque precisavam estar mergulhados em água e que eu, não sei porque razão, não colocara tudo na sopa de mandioca que fizera na noite anterior. Resolvi hoje colocá-los no arroz. Peguei meu bacon bem carnudo, piquei e levei à panela com azeite. Acrescentei alho e cebola, cenoura, vagem, pimentão vermelho, abobrinha italiana ( tudo picadinho), lentilha, quinua, uvas passas brancas e graúdas e o arroz. Refoguei bem e coloquei caldo ( sabor nordeste, que amo pq tem coentro, cominho e louro) e o de galinha. Minha caçula, Raïssa adora. Só nunca havia posto mandioca. Enquanto tudo refogava temperei com cury, açafrão para ficar amarelinho, cominho e páprika picante. Eu adoro os sabores orientais. Ficou lindo e saborosíssimo! Pena que a foto é de celular e esqueci de polvilhá-lo com salsinha, mas a dedicação foi feita com carinho. O mesmo que vc me dá, repondendo, comentando o meu blog. Abraços, paz e bem!
Estive vendo o seu blog e aquela massa estava tão linda e apetitosa que resolvi dedicar o meu almoço para você. Pena que você está tão longe e não pode vir até a minha casa. O nome do arroz está na lousa e eu o batizei com aquilo que você me deu: alegria. Eu amo fazer arroz incrementado. Este começou com uns pedaços de mandioca que estavam ocupando espaço na geladeira porque precisavam estar mergulhados em água e que eu, não sei porque razão, não colocara tudo na sopa de mandioca que fizera na noite anterior. Resolvi hoje colocá-los no arroz. Peguei meu bacon bem carnudo, piquei e levei à panela com azeite. Acrescentei alho e cebola, cenoura, vagem, pimentão vermelho, abobrinha italiana ( tudo picadinho), lentilha, quinua, uvas passas brancas e graúdas e o arroz. Refoguei bem e coloquei caldo ( sabor nordeste, que amo pq tem coentro, cominho e louro) e o de galinha. Minha caçula, Raïssa adora. Só nunca havia posto mandioca. Enquanto tudo refogava temperei com cury, açafrão para ficar amarelinho, cominho e páprika picante. Eu adoro os sabores orientais. Ficou lindo e saborosíssimo! Pena que a foto é de celular e esqueci de polvilhá-lo com salsinha, mas a dedicação foi feita com carinho. O mesmo que vc me dá, repondendo, comentando o meu blog. Abraços, paz e bem!
segunda-feira, junho 14, 2010
DOS QUE SE ANINHAM EM MEU CORAÇÃO
Ana Maria é uma delas. Chegou assim num repente e sem pedir licença, conversando pelos cotovelos, grávida de Elaíne, aninhou-se em meu coração. Lembro-me perfeitamente como se fosse hoje e ainda hoje ela continua lá aninhadinha em meu coração. Nossa amizade se estreitou, alargou e tomou conta. Naquele tempo eu não me dava conta do quanto ela me elogiava e com tanto gosto! Aliás, me incomodava. É que eu ainda não havia mergulhado em mim. Me desconhecia. Lembro-me que foi uma época linda de mocidade, frescor de sonhos realizáveis, canduras e inocências ao sabor de acontecimentos marcantes, famílias em construção. Solidez, segurança e esperança. Conduzíamos assim; sem temor e tremor. Os perigos não rondavam nossos muros, nossas grades. Havia tempo para trabalhar, para se visitar, tomar cafezinho e conversar. Como conversávamos! Houve o tempo da separação. A vida já se agigantava, já não conduzíamos somente, éramos conduzidas pelos atropelos, acontecimentos inesperados, mudanças. Continuamos nossas vidas longes, lost. E ela lá, sempre aninhadinha, num cantinho do meu coração. Muitos anos se passaram e nos reencontramos no aeroporto. Ana Maria embarcava Eneida para USA e eu embarcava Vanessa, também para lá. Depois ... lost, again. Aninha ainda aninhada, lá num cantinho do meu coração. Houve então um novo reencontro. Agora através desta máquina fantástica, no seu lado do bem. Que bom que o meu Deus amado, adorado e glorificado deu-me a chance de reencontrá-la e assegurar que a amizade que ela me dispensou foi por demais significativa, deixou marcas de momentos especiais e finalmente posso expressar-me com convicção e bastante firmeza que ela realmente foi e é muito importante na minha vida. Tenho certeza que ela soube se doar muito além do que eu consegui. É sua missão! Amigas crescidas, sofridas, mas amigas. Que delícia ter vc em minha vida! terça-feira, abril 20, 2010
DOS MEUS GRANDES AMORES - VOVÓ ERMELINDA
Dos meus grandes amores, minha avó materna Ermelinda era e é aquela pessoa que me dá muito prazer em falar.
Silenciosa, introspectiva, mas o que mais ela sabia fazer era se doar.
Tenho muitas saudades, enormes saudades dela e dos seus bolinhos de arroz. Eram excepcionais. Parecidos como esses aí da foto, que fiz hoje.
O único tempero que havia na fazenda era salsa e cebolinha verde. E os dela tinham o aroma da cebolinha colhida na hora. Tento fazê-los iguais, mas não chego no mesmo gosto deles. Os dela eram compridos e roliços. Os meus de hoje ficaram, no visual, muito parecidos. Só não ficaram no gosto porque pus Fondor e um tablete de caldo de galinha. Percebam porque a comida autêntica, saborosa, feita com carinho fica entranhada na memória gustativa e você nunca mais esquece?
Não havia nada artificial. Tudo era puro, até a pessoa que os fazia. A cor deles depois de fritos era diferente, com um dourado mais encorpado, talvez porque eram fritos com gordura pura de porco.Vovó passava o arroz numa máquina de moer carne e a cebolinha verde ia junto. Como eles eram gostosos! Eu não lhe falava, mas ela me fazia completamente feliz. Falarei mais dela em outra ocasião,certamente.
Para fazer os bolinhos de arroz compridinhos, basta por no liquidificador, um pouco de leite mais ou menos 2 xícaras, um ovo, uma pitada de sal e bata para misturá-los. Depois coloque sobras de arroz. Não coloque tudo de vez, senão o liquidificador pára. Vá aos poucos, com carinho. Quando o liquidificador quase já não vira mais a massa, tire-a colocando-a numa tigela.
Acrescente agora a farinha, aos poucos e uma colherzinha de chá de fermento em pó , até que você consiga enrolá-los com facilidade. Frite-os até que fiquem douradinhos.
Para comê-los, molhinho de pimenta vermelha, caseiro. Os meus filhos e neta, lotam de catchup (a praga dos salgadinhos) e mostarda. Ah! vó Ermelinda! Quantas saudades!
Esse foi o meu segundo post desde a criação desse blog.
Hoje eu o estou reeditando por ser amanhã o "Dia dos Avós".
Assinar:
Postagens (Atom)








